in

Se Beber, Não Case! Parte 3

Imagens: Reprodução

Por Carla Farias

Desde pequenos nos identificamos e aprendemos a nos juntar com quem temos apreço, afeição.  Dividir brincadeiras, objetos, lanches no recreio da escola, tudo isso vai fortalecendo nossa relação com grupo de pessoas e daí se constrói a chamada amizade.

Ao longo dos anos, outras vivências levam e trazem mais gente, mas alguns, por algum motivo sobrenatural, permanecem repartindo momentos de alegria e tristeza conosco. Na trilogia cinematográfica norte-americana Se beber não case,  Alan (Zach Galifianakis), Doug (Justin Bartha), o estonteante Phil (Bradley Cooper) e Stu (Ed Helms) são  quatro amigos de infância que passam vida inteira dividindo experiências, até que chega a hora de alguns deles se casarem. Mas os momentos de riso são garantidos quando os quatro marmanjos decidem fazer a despedida de solteiro em Las Vegas no primeiro filme e na Tailândia na segunda versão.

A mais recente produção mostra o grupo na cidade do México e o retorno a Vegas para resolver as malfeituras do chinês Chow (Ken Jeong), que desde a primeira versão surge com golpes que deixam os amigos em situações inusitadas.

No Se Beber, não Case! Parte 3, uma nova viagem do quarteto, para levar Alan a uma clínica de recuperação mental após a morte do pai dele, acaba sendo interrompida bruscamente pelos capangas de Marshall (John Goodman). O capanga está atrás de Chow , que lhe aplicou um roubo milionário, e acredita que os amigos ainda possuam contato com ele. Após sequestrar Doug, Marshall dá a Alan, Stu e Phil um prazo para que encontrem Chow e devolvam as barras de ouro por ele roubadas, caso contrário todos morrerão. O que o trio não esperava era que, para reencontrar Chow, teria que ir até Tijuana, no México, e também em Las Vegas.

Trazendo pra nossa realidade, a lição que tiro dessa trilogia e hoje, na minha fase adulta, é que as verdadeiras relações de amizade são pilastras de concreto. Por mais forte que seja a turbulência, essas pessoas estão dispostas a te dar um sopro de oxigênio, nem que seja apenas ouvindo desabafos. Vão te proporcionar choros e risos espontâneos, confiança, lealdade. “O poder contar” é realmente valioso, sustenta e tem efeito multiplicador. Por isso, mas que risos, Se Beber Não Case 3, relembra a gratidão que devemos ter pelos amigos.

 

 

 

 

 

Carla Farias,

Jornalista e Diretora Executiva da Le Porte Comunicação.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Munguzá: uma delícia junina herdada das senzalas

Protagonismo popular surpreende políticos de todos os partidos